Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

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Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shiroyasha em Qua Jul 10, 2013 4:43 pm

Aquela já era a sua terceira vítima apenas em um dia. Uma turista, aparentava ser japonesa. Usava um daqueles quimonos de sacerdotisa, mas não havia surpreendido seu assassino do jeito que ele esperava que fosse acontecer.
Ele era diferente dos outros ladrões: gostava de fazer as pessoas sofrerem antes de roubar suas almas, pois as lembranças dolorosas que suas vítimas tinhas serviam como um afrodisíaco no seu alimento. E gostava de se alimentar regularmente, três refeições ao dia, todo dia. Era por isso que não podia se manter muito tempo numa mesma cidade, sua presença havia se tornado algo berrante.

A polícia havia encontrado nove corpos nos últimos três dias e a notícia de um serial killer rondando Paris já havia se espalhado.

- Então realmente existe um serial killer por aqui? - Uma mulher havia perguntado ao jornaleiro enquanto via as notícias da manhã. O homem a respondeu com um aceno de cabeça, ela simplesmente agradeceu pelo jornal e partiu.
- Atenção, todos da organização. Um ladrão de almas perigoso está rondando em Paris. O local já foi lacrado espiritualmente para que ele não saia e os cidadãos estão tendo suas memórias sobre o assunto apagadas. Mandem agentes o mais rápido possível.

Não se sabe como, mas essa notícia foi transmitida na cabeça de todos os agentes e funcionários da Organização. A mesma mulher que havia comprado o jornal em Paris agora mexia na mente de todos os parisenses, selecionando as informações indesejadas e as deletando em meros segundos. Ela também podia caçar aquele ladrão em questão de minutos, mas não ia gastar seu tempo com algo tão ridículo.
Queria ver do que os novatos eram capazes.

Status da narração:

Os agentes que participarem devem postar que encontraram o ladrão numa rua deserta durante a noite, e suas devidas ações (no máximo duas).

Sobre o ladrão: É Nível 2 e poderá absorver até sete itens pequenos, cinco médios ou três grandes de uma vez (por turno) e pode guardar até cinco itens em seu compartimento interno, independente do tamanho. Pode transformar partes aleatórias do corpo em armas, e sabe lutar muito bem.
Possui 125 de hp.
A cada dois turnos irá lançar duas shurikens em seus adversários, e nos outros turnos atacará aleatoriamente.

Aos agentes!
Caso ainda não tenha escolhido suas habilidades iniciais, vá até o tópico dos agentes espirituais, escolha duas que mais lhe agrade e as coloque na sua "mochila do personagem".
Atenciosamente, Shiroyasha.

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Arthorios Sagrav em Qua Jul 10, 2013 8:32 pm




Step over...





A sedutora cor escura, e aquele aroma delicioso dominavam seus sentidos. Seus lábios tocavam na superfície quente e úmida, e um gemido baixo de prazer se ouve. Afasta a boca apenas para lamber os lábios, e então a aproxima novamente, bebendo do líquido delicioso. Remexia a língua no interior da boca, sorvendo o sabor com calma, apreciando bem. Tinha seus olhos fechados para aproveitar melhor agora o aroma e sabor. Sentiu uma gota diminuta de suor escorrer pela nuca, e com o indicador afrouxa um pouco a gola da camisa. Suspira aliviado após engolir, e com um quase imperceptível sorriso, vai novamente com a boca em direção ao seu vicío. Após um bom gole, quase não nota, mas passa a língua de leve na borda.
Aquele café estava maravilhoso. Poderia passar a noite bebendo o café de seu mais novo bar favorito. Olha com desgosto para o fundo da xícara. Apoia-a sobre a mesa e levanta a mão para chamar um atendente.

- Gostaria de mais u - Se interrompe quando ouve algo. Parecia uma voz, mas não ouvia pelos ouvidos. Um aviso telepático ressoava em sua mente. - Deixa pra lá. - fala com um pouco de raiva na voz, antes de largar uma nota na mesa. - Fique com o troco.

Se põe a correr até o local indicado pela mensagem. Era uma rua larga, mas deserta. Mal iluminada e com uma leve neblina permeando o local. As pedras levemente umedecidas reluziam brandas o reflexo dos postes fracos e da lua. E lá estava o alvo. Caminhando no meio da rua, mas logo que nota a chegada do agente, para no lugar.

- Temos assuntos a resolver... Além de matar pessoas inocentes, interrompeu meu café. Te julgo culpado, e a sentença é a morte.

De súbito aparecem duas lâminas avermelhadas com o guarda-mão dourado nas mãos de Arthorios. Percebe então a presença de mais agentes se aproximando.

- Tenho colegas vindo. Deixe as coisas faceis para nós dois, e se entregue agora.

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a piedade gera fraqueza.

A guerra me torna melhor,
a guerra revela quem sou.

Se todos os inimigos morrerem,
lutarei contra os aliados.

E se restar apenas eu,
acharei outros e lutarei de novo.

Abro mão do repouso,
condeno a minha alma se não morrer em combate.

Digo estas palavras agora,
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Falo agora,
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Kaito S. Tawaraka em Qui Jul 11, 2013 3:02 am




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O som dos carros passando, o som das pessoas conversando, o som da música agradável que partia de um bar próximo, pessoas discutindo, gritos, barulhos eletrônicos... O som da cidade era detestável a meus ouvidos. Odiava barulho. Talvez fosse uma qualidade ruim para um cidadão nos tempos atuais. Mas já tinha ficado tão comum o barulho, naqueles dias em Paris, que eu poderia dizer que estava me acostumando. Odiava pensar nisso. Mas felizmente, a vista era ótima...
Eu brincava com o isqueiro na mão direita enquanto com o cigarro aceso na boca refletia de qual seria meu próximo passo; o vento gélido noturno brincava com meus cabelos e me atingia a face, dando alguns arrepios ...
Eu tinha achado aquela vista a mais ou menos 1 hora e meia. No topo de um prédio não muito alto mas nem muito baixo, que permitia eu ter uma boa visão da cidade totalmente iluminada e dando até mesmo para ver a Torre Eiffel ao fundo, com a lua acima. Era uma cena de tirar o fôlego... Pena que eu não podia parar o tempo e ficar ali a noite inteira enquanto lia um bom livro... Não. Infelizmente eu não tinha tal sorte, na verdade era bem azarado. E isso se confirmou quando um incômodo surgiu; a voz em minha cabeça - o que tomei como uma mensagem telepática - que atrapalhava minha reflexão... Não tomei muita urgência, deixei alguns minutos se passarem antes de eu sequer fazer alguma coisa...Já tinha perdido minha motivação a alguns dias antes, com o meu afastamento da Itália...
Infelizmente, dever era dever... Joguei o cigarro para a rua abaixo e guardei o isqueiro no bolso da calça... Agora eu tinha que tomar providências para descer daquele lugar... Poderia levar algum tempo...

Algum tempo depois - que por sinal nem vi passar - eu cheguei ao local... Ou ao menos eu achei que era esse.
A rua era um cenário bem sinistro com a má iluminação, a falta de pessoas, sua largura, a neblina, o ar frio e umedecido...  De forma indiferente, apenas puxei um cigarro do maço no bolso juntamente com meu isqueiro e então o levei a boca, acendendo-o e guardando novamente o isqueiro, avançando tranquilamente.

Parecia que eu tinha chegado bem tarde... Assim que eu dei os primeiros cinco passos, senti a presença de um Agente já no local. Talvez um outro se aproximando, não tive muita certeza...
Sem parar uma única vez de andar, fui indo em direção a presença do Agente que senti e acabei por acertar o "timing". Quando cheguei perto o suficiente para conseguir ver, o Agente loiro estava com duas lâminas nas mãos e parecia olhar e falar alguma coisa para o aparente Ladrão. Me aproximei lentamente do Agente, com as mãos nos bolsos e um estado atencioso e cauteloso, falsamente demonstrando indiferença e por fim parando a alguns poucos metros atrás dele. - Posso me juntar a você? - perguntei pacientemente enquanto retirava o cigarro da boca e o lançava no chão e com o fim da frase soprei a fumaça, mas sem um único instante retirei o olhar do Ladrão ou deixei minha atenção e cautela se abalar.

Sem esperar a resposta, retirei as mãos dos bolsos e suspirando, materializei duas pistolas negras -uma com detalhes azuis e outra com vermelhos- em cada mão, observando a cena com uma expressão calma e seriedade. Naquele momento eu já estava totalmente determinado a "esmagar" aquele Ladrão.





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Última edição por Kaito S. Tawaraka em Sex Jul 19, 2013 3:59 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Tamiya Nika em Qui Jul 11, 2013 1:36 pm







O tempo era certamente terrível principalmente agora, estava tão bem em terras mágicas fazendo um trabalho calmo quando lhe chamaram em emergência, como odiava isso. A última vez naquela cidade havia sido tão constrangedora que preferia somente esquecer e evitar aquele agente, então continuava seu caminho após ter atravessado o portal de Paris, o clima tenso já lhe rodeava a face séria e fria sem emoção aparente, o motor da Harley a ser ouvido distante, não se importava por onde passava já que algumas pessoas saiam da frente gritando com a mesma, se soubessem o real motivo não estariam tão 'calmas'. A um tempo atrás havia perseguido um dos 'monstros' de coração ruim no lugar no entanto era totalmente diferente agora, um ladrão de almas é algo mais acima e perigoso e isso só fazia uma 'carranca' aparecer na frívola face da jovem, já que uns dias atrás havia encontrado uma ladra de almas e só o pensamento a fazia ferver o sangue em suas veias, afastando qualquer frio da noite gélidas, então chegava a uma rua deserta ou nem tão deserta

Chegando ao local de destino cerrou os olhos ao encontrar já dois agentes no recinto que encaravam o ladrão, sendo um dos agentes um conhecido, isso é história para depois. O dito ladrão de almas a aparência tão sanguinária que bom só poderia ser ele... Por fim ela desceu da moto e a mesma desaparecia sucedendo-se ao equipamento a qual ela tanto adorava, as várias lâminas acopladas a suas coxas junto com um equipamento que lhe permitia lançar cabos de aços para lhe locomover com agilidade e velocidade em qualquer lugar, com as duas espadas em mãos que se ligavam ao equipamento na coxas, poderia parecer pesado mais a ela eram tão leve quanto uma pluma, então chegava entre os dois agentes encarando o homem de aparência esquisita.

-- Então que a ação comece.

Erguia uma das belas sobrancelhas em desafio enquanto um sorriso irônico se desenhava em seus belos lábios, a oriental parecia uma imagem macabra entre o belo e o espantoso... 'Então finalmente iria se divertir'...




Antes, a questão era descobrir se a vida precisava de ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shiroyasha em Qui Jul 11, 2013 6:21 pm

O ladrão de almas estava um tanto incomodado por não poder sair de Paris, e sabia que quem havia selado espiritualmente aquele lugar estava apenas brincando de gato e rato com ele. Logo o homem estava passando por um beco escuro a procura de novas vítimas, quando sentiu de longe três presenças se aproximando. Esperou que todos os três chegassem, e ao ouvir a fala de um deles não pôde deixar de rir.

-Me entregar? Vocês estão me subestimando demais. Obrigado por terem tido o esforço de virem até aqui e se tornarem o meu jantar!

Logo depois o ladrão transformou seus braços em grandes espadas, indo atacar Arthorios.

Atenção: como os dados do fórum não querem pegar por alguma questão de viadagem, vou usar dados online (d10) e postar aqui o resultado, além de um link do print.
De 1 a 3 = dano leve
De 4 a 6 = dano médio
De 7 a 9 = dano alto
10 = dano crítico

Lancei o dado pra obter o valor do golpe e caiu 8. Arthorios pode optar por se defender ou simplesmente receber o dano.
Link do print.

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Arthorios Sagrav em Qui Jul 11, 2013 8:22 pm




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O ladrão de almas se move em alta velocidade contra Arthorios com suas duas mãos transformadas em lâminas. A reação dele é a mais óbvia:
Ele sorri.

- Acha que isso vai doer? - Fala provocando enquanto sorri.

Deixa o agente lhe atingir, recebendo um grave ferimento. Arthorios cospe sangue e retruca novamente:

- Nem doeu... Agora isso, vai doer!

Aproveita a chance para abraçar, tentando cravar suas duas espadas nas costas do alvo, para mante-lo um pouco imobilizado. Em seguida materializa espadas idênticas as que estão em suas mãos para chover sobre o inimigo, não se importando em ser ferido também.


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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Kaito S. Tawaraka em Sex Jul 12, 2013 1:15 am




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Não demorou muito e minha intuição estava certa... A outra Agente logo chegou. Mas mal dei ouvidos ou a atenção para a voz feminina; estava ocupado demais observando os atos e a atitude do ladrão de almas...
Pacientimente fui observando a reação do ladrão com uma sobrancelha erguida. Ele conseguia ter enorme confiança contra três Agentes de uma vez só... O meu rápido raciocínio permitiu-me ver que ele não era tão fraco... Na verdade, conclui que ele fosse mais forte que qualquer um de nós, e não era um lutador ruim, de acordo com seus atos até agora. Ele não tinha armado uma armadilha aparente, não aparentava estar nervoso com a situação; estava rindo. Não seria um oponente fácil de derrotar, o que me levou a pensar que a falta de força deveria ser compensada com o número. Mesmo três Agentes ele não poderia derrotar... Então da onde ele tirava tanta confiança? Seria um tolo? Duvidei que se tratasse disso, mas então o Ladrão logo atacou o loiro a minha frente.

Foi tudo rápido demais, o que me deixava acelerado com a batalha. A diversão ia realmente começar. Se o Ladrão fosse um oponente forte o suficiente, então eu sairia dali bastante grato... Movi-me para o lado esquerdo em alta velocidade para conseguir melhor visão aproveitando minha alta agilidade enquanto ele avançava contra o loiro e logo o Agente levava o ataque de propósito e parecia falar alguma coisa e em seguida cuspir sangue. Nesse momento disparei com minha mira impecável na costela direita do Ladrão 3 vezes, utilizando a arma com detalhes azuis e fazendo-a disparar balas "luminosas", algo descrito como luzes azuladas que viajavam na mesma velocidade de uma bala. Seu efeito normalmente paralisaria completamente um humano comum com um único disparo e dependendo de onde atingisse poderia levar dias até a recuperação, mas devido ao oponente ser um Ladrão, se atingisse um único disparo no mínimo limitaria seus movimentos e facilitaria bastante o ataque de Arthorios, podendo atordoá-lo durante uns preciosos segundos. Três tiros deveria ser o suficiente para as chances aumentarem bastante.

Enquanto o loiro abraçava o oponente corri o mais rápido que pude contornando-os e alcançando rapidamente a retaguarda do Ladrão a uma distância do que calculei no máximo serem 3 metros enquanto Arthorios o atacava; em uma fração de segundo mirei a arma com detalhes vermelhos na perna direita do inimigo e disparei mais 3 vezes luzes idênticas as outras, porém agora avermelhadas. Uma única luz seria capaz de fazer o membro de um humano comum explodir em uma chuva de sangue porém dado ao atual oponente pelo menos iria provocar um bom ferimento capaz de fazer ao menos o Ladrão ter dificuldades em mover sua perna. Três tiros eram mais que o suficiente. Em seguida uma chuva de espadas surgia e eu aproveitei a chance para me afastar o máximo de oponente - pelo menos 5 metros - enquanto o observava e prestava máxima atenção no mesmo e aguçava cada vez mais os meus sentidos.

Off:
Tenho uma dúvida. No nível 1 podemos materializar 6 itens. Mas são 6 itens por turno, por dia ou ao mesmo tempo? Ou seja, se cancelarmos um item, poderemos materializar outro? xD

Sim, eu resetei o template! O outro na verdade tava errado e tinha bugado! Esse é o certo! -q E eu mudei a frase. Para ficar mais foda. :p






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Última edição por Kaito S. Tawaraka em Qui Jul 18, 2013 1:40 pm, editado 5 vez(es)

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Tamiya Nika em Sex Jul 12, 2013 8:58 pm







Os outros agentes começavam seus movimentos e um deles já era bem atingido, agir antes do tempo sempre se dava nisso, então Nika apenas cerrou os olhos se concentrando no momento e no ladrão como se existisse só os dois ali, prevendo a diferença de poderes entre eles e o nível de cada um entre os agentes, mordia oi lábio inferior cerrando os olhos se posicionando enquanto o agente moreno ia para cima também, Nika respirava fundo várias vezes, apurando os sentidos ao máximo apertando com força os cabos das espadas.

Quando o moreno encerrava seu ataque era vez dela agir, então apertava o dispositivo nos punhos das espadas e os cabos de aço siam do equipamento cravando-se nas paredes de cada lado da rua e logo a erguendo no ar, em um pulo perfeito seguido de um giro no ar Nika ficava atrás do ladrão a um metro e girando o corpo novamente saltando os cabos da parede atingia a costa do homem, aproveitando que poderia ter causado uma possível distração usava dos cabos de aço novamente que a impulsionavam para cima, usando de um propulsor a vapor em sua costa seu corpo ia frente e em um passo rápido e ágil estava no chão ao lado do agente loiro pegando por debaixo dos ombros usando sua força e com ajuda dos cabos novamente se erguia no ar levando Arthorios. Usando do equipamento eles ficavam a seis metros do ladrão colocando Arthorios no chão ao seu lado, ficava a frente do loiro em posição de ataque cerrando os olhos tentando prever qualquer possível movimento do ladrão.



Antes, a questão era descobrir se a vida precisava de ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shiroyasha em Seg Jul 15, 2013 3:11 pm

O ladrão abriu um sorriso ao ver que havia atingido gravemente o agente loiro, mas se espantou ao perceber que ele não havia nem ao menos tentado se defender. - Que tipo de Agente você é? - Disse enquanto era pego completamente de surpresa pelo ataque das duas espadas de Arthorios, e pelos disparos imobilizates de Kaito.

Espada 1: 7 de dano
Espada 2: 7 de dano (que coincidência e_e)

Disparo 1: 10
Disparo 2: 9
Disparo 3: 7
(não contam como dano por causa da ação puramente imobilizante da arma)

As duas espadas foram fortemente cravadas nas costas do ladrão, e mais quatro espadas estavam prontinhas para cair sobre ele. Ao mesmo tempo, Kaito mirava com a sua outra arma na perna do ladrão para impedir que ele fugisse e tentando algum dano, soltando mais três disparos. O ladrão tentou fugir, mas estava momentaneamente imobilizado por Arthorios e pelos tiros imobilizantes de Kaito, que surtiam efeito imediato.

Espada 3: 10 de dano
Espada 4: 7 de dano
Espada 5: 2 de dano
Espada 6: 8 de dano

Disparo 4: 3 de dano
Disparo 5: 4 de dano
Disparo 6: 2 de dano

Bônus por trabalho em equipe: +2

Obs: Agora farei um teste para ver se Arthorios saiu ileso da chuva de espadas e caso não tenha conseguido, quanto de dano ele levou. Usarei um d10 para isso, com as seguintes considerações:
1 a 3: falha
4 a 5: dano leve
6 a 7: dano médio
8 a 10: dano crítico

Espada 3: 7 de dano
Espada 4: 5 de dano
Espada 5: 6 de dano
Espada 6: 7 de dano

Tanto o ladrão quanto Arthorios haviam sido feridos pelas espadas. O sangue escorria pelas roupas do ladrão, que resmungava de dor e cuspia sangue enquanto soltava palavrões e outras blasfêmias.
Quando Kaito terminou seu ataque Tamiya partiu na direção do ladrão, usando seus artefatos de propulsão e outras coisas loucas vide gif que fizeram com que ela estivesse no local desejado em questão de segundos. Depois de se posicionar bem atrás das costas do ladrão maroto, Tamiya usou suas duas lâminas para fazer o ataque contra ele.

Lâmina 1: 8 de dano
Lâmina 2: 8 de dano (omg)

Depois de ser acertado em cheio pelo ataque da agente e de ser solto por Arthorios, o ladrão caiu no chão momentaneamente inconsciente, enquanto a mulher usava seu equipamento para levar Arthorios um pouco mais para trás.
- Como isso... É possível? - Disse o ladrão, que absorvia as espadas que haviam lhe atingido para amenizar os golpes que havia levado e estancar os sangramentos. - Agora vocês me deixaram furioso!

Total de dano do ladrão de almas: 75 / HP restante = 50
Total de dano de Arthorios: 33 / HP restante = 67

Respondendo a dúvida do Kaitito: São seis itens por turno, meu caro. Caso desmaterialize algum item anterior, deixarei com que possam materializar outro como bônus. Mas isso valerá apenas para os itens criados por vocês mesmos.
Obs: não quis tirar os milhões de prints e hospedar tudo. Mals ae.

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Arthorios Sagrav em Ter Jul 16, 2013 12:52 pm




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Arthorios sorri ao notar que conseguiu segurar o Ladrão, e gargalha enquanto as espadas chovem sobre eles, rasgando pele, carne e suas roupas. Nika então o puxa para longe do inimigo, e Arthorios sem tirar os olhos do alvo, a distância, com sua roupa em frangalhos, usa sua lamina para fazer um corte fino como uma linha em seu peito, fazendo um fio de sangue escorrer. Ele ri alto enquanto avança correndo na direção do ladrão, ao mesmo tempo em que desmaterializa todas as armas que havia criado. Em suas mãos, tem agora uma espada- de-duas-mãos, medindo 1,65 cm. Ao seu redor, materializam-se 5 novas armas: A altura da sua cintura materializam-se duas lanças-de-arremesso. A altura de seu ombro, dois machados-de-combate, e acima de sua cabeça, uma maça-estrela. As cinco armas voam na direção do ladrão e logo em seguida, Arthorios salta gritando, fazendo um ataque decendente com sua espada-de-duas-mãos.


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A guerra me torna melhor,
a guerra revela quem sou.

Se todos os inimigos morrerem,
lutarei contra os aliados.

E se restar apenas eu,
acharei outros e lutarei de novo.

Abro mão do repouso,
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

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Após o meu ataque, fui me afastando enquanto pensava em meu próximo movimento e simultaneamente assistia as ações dos outros Agentes e observava o Ladrão. Após o meu ataque e o de Arthorios agindo em conjunto, o Ladrão teria ficado paralisado e sendo facilmente acertado por todos os ataques do loiro, porém o próprio Agente tinha se acertado além do Ladrão, ficando altamente ferido; como se ligasse para aquilo. Enquanto a mulher atacava e puxava o homem loiro para trás, ele ria e se divertia bastante, sem nem sentir a dor ou ligar para isso, chegando até a se ferir. Não pude evitar de sorrir. Ele era um guerreiro totalmente destemido e brilhante...

Enquanto Arthorios atacava sem dó nem piedade o Ladrão com sua fúria imensa e energia inesgotável, tentei forçar ao máximo meu raciocínio para arquitetar um plano e dar um fim naquele desgraçado logo... E então percebi que eu também estava me divertindo na batalha. Eu não estava lá totalmente sério; claro que estava atento e energizado, mas eu estava sorrindo. O trabalho em equipe entre o grupo dava completamente certo e massacrava totalmente o inimigo. Pensei então no inimigo. Ele tinha levado sérios danos, mas graças as suas habilidades de Ladrão ele tinha utilizado das espadas de Arthorios para estancar sangramentos e provavelmente amenizando um pouco a terrível dor que ele estava sentindo. O seu estado era óbvio. Ele estava totalmente abalado, surpreso com o incrível poder de seus três oponentes além de completamente limitado com seus ferimentos. Calculei que mais da metade de sua força já tinha ido embora... Ele era um alvo perfeito e uma presa fácil para qualquer um agora.

O loiro parecia um exército de homem só. Materializava diversas armas e lançava contra o inimigo que estava completamente abalado, corria com velocidade e ferocidade, não temia a morte e a abraçava, duelava sem medo. Um ataque descente de sua espada foi o que finalizou o seu "combo" de golpes incríveis. Enquanto a finalização era executada eu girei a pistola vermelha sobre minha mão direita e a desfiz de imediato, estendendo a mão direita contra Arthorios e mirando no mesmo, fazendo surgir do nada uma pistola diferente e eu já estava a segurando firme em minha mão e apontada diretamente para as costas de Arthorios juntamente com a pistola azul - que eu não tinha desfeito - enquanto ele atacava.

Disparei então as duas, 1 vez com cada uma de minhas pistolas com minha mira impecável. As luzes roxas e azuis iam contra Arthorios na velocidade de uma bala sendo que as azuis paralisariam Arthorios, já as roxas impactariam-no fortemente, forçando-o se afastar. Após o feito, esperei que a remoção do Agente se realizasse enquanto agora observava atentamente o Ladrão e logo jogava as duas pistolas para cima, desfazendo-as em um instante enquanto outro par de armas agora surgia em minhas mãos enquanto eu me agachava e me inclinava um pouco para frente e abaixava um pouco a cabeça, porém ainda mantendo o olhar no oponente.

Aquilo definitivamente era fruto de minha imaginação, algo materializado bem do fundo da minha mente. Eu já tinha usado aquilo antes, mas seria a primeira vez que usaria aquilo como um Deadshot [ tradução: pistoleiro ], ou melhor, "Deathshot" [palavra inexistente que junta morte com tiro, tendo Kaito querendo dizer como um tiro de morte]. Dois canhões surgiam em minhas mãos... Não. Eles surgiam em meu braço. Poderia até ser entendido como uma transformação de meus braços em canhões, mas estaria errado. Eu "encaixei" meus braços ali, tendo na arma um interior com espaço suficiente para um braço caber ali, como se eu fizesse parte das armas e as armas fizessem parte de mim. Uma luz negra e arroxeada cobria a arma, consequentemente a mim, formulando formas de caveiras... Aquilo que eu nem tinha dado um nome, mas por ora eu a chamava de... - Death Cannon!  

Estendendo meus braços para o Ladrão após tê-lo lançado vários tiros paralisantes, mirei cuidadosamente no mesmo e então atirei com aqueles dois canhões utilizando o gatilho oculto no interior da arma na qual meu braço se localizava. Foram 5 disparos ao todo. Os disparos eram uma luz negra, envolta de uma luz roxa, eram forte o suficiente para alterar o ar em volta deles em meio ao trajeto, agitando-o e levantando poeira. Se chocando com um ser, provavelmente ele iria se despedaçar ou explodir, eu nem sabia ao certo o que ia acontecer, pois nunca tinha usado aquilo em seres vivos. Após a terrível sequência de tiros que causava certas explosões ao se chocar com o Ladrão e levantava muita poeira. Alguns segundos depois a poeira abaixou e eu já estava jogado no chão a 1 metro de distância da minha posição original, completamente inconsciente e esgotado, com as armas já totalmente desmaterializadas.


Off:

Totalizando: 2 disparos impactantes e paralisantes em Arthorios ( 1 de cada )
5 disparos do Death Cannon no Ladrão.





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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Tamiya Nika em Sex Jul 19, 2013 3:49 pm







Observava as ações de cada um, trincando os dentes quando via o Arthorios mesmo ferido investir no ladrão, em seguida era o moreno que investia em tiros no mesmo, então Nika se concentrava e tentava imaginar uma claymore, então no lugar das duas espadas surgia uma enorme claymore, então novamente usando de seus dispositivos os cabos de aço eram atirados então em um pulo em impulso ela alçava no ar os cabos se soltavam e ela pausava ao lado do ladrão então erguendo a claymore atingia abaixo da ccostela do lado direito do corpo do ladrão, com o corte e o impulso que tomava além de atingi-lo em corte a claymore o empurrava para o lado oposto a qual ele estava o atirando no chão.
Nika arfava pelo peso do golpe então a claymore sumia dando lugar a duas katanas de fio leve... Ela voltava a se afastar do ladrão ficando em guarda.



Antes, a questão era descobrir se a vida precisava de ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shiroyasha em Seg Jul 22, 2013 6:50 pm

O pouco que o ladrão de almas pôde absorver das espadas em seu corpo antes de Arthorios desfazê-las foi o suficiente para que ele se sentisse consideravelmente melhor e levantasse um pouco mais disposto. Todas as suas feridas haviam cicatrizado e por conta disso não havia mais nenhum sangramento, mas o homem estava furioso. Então ele fez aparecer na sua mão direita uma espada longa, usando sua massa corporal para o feito. Enquanto as armas materializadas por Arthorios vinham em sua direção, ele aproveitava para correr na direção delas e absorver as três primeiras armas que eram lançadas em sua direção (as duas lanças e um machado de combate) e decidiu usar a espada que segurava para se defender dos outros ataques de Arthorios.

Arremesso 4 (machado de combate): 10 de dano - 2 = 8
Arremesso 5 (maça estrela):  9 de dano -5 = 4

Defesa do ladrão:

Dado 1: 2 de defesa
Dado 2: 5 de defesa

Ao tentar conter o machado que vinha em sua direção o ladrão acabou falhando e cortando profundamente a mão que segurava a lâmina da espada para parar o golpe do inimigo. Já a maça havia atingido não tão gravemente sua perna esquerda, fazendo com que o ladrão bambeasse um pouco em frente ao inimigo. Ao ver que Arthorios pulava em sua direção ele decidia também atacar ao invés de defender, já que suas tentativas anteriores haviam sido um tanto falhas.

Ataque de Arthorios: 9 de dano
Ataque do ladrão: 8 de dano

Tanto ladrão quanto agente foram pegos em cheio pelos golpes de espada, e o sangue jorrou sem fim. Ao ver que Arthorios estava aparentemente fora de controle, Kaito utilizou de suas pistolas para tentar conte-lo, já que seu ferimento também não havia sido nada leve.

Tiro paralisante: 5 de efeito
Tiro impactante: 1 de efeito

O tiro paralisante surtiria efeito por um breve momento, e o impactante não afastou o agente loiro mais do que alguns poucos metros do seu inimigo, para a infelicidade de Kaito. Mesmo assim, ele materializou sua arma fodelástica nunca materializada antes e mirou na direção do ladrão pra fuder tudo de vez, dando quatro disparos sem dó nem piedade e destruindo todo o cenário, pq né.

Tiro 3: 10 de dano
Tiro 4: 2 de dano
Tiro 5: 5 de dano
Tiro 6: 7 de dano

Depois dos disparos Kaito simplesmente desmaiou, e foi a vez de Nika atacar. Em suas mãos surgiu uma gigantesca Claymore, e depois daquele jeito mulher-aranha porra louca de se mover, ela lançou seu ataque rápido na direção do ladrão que já estava praticamente inconsciente.

Golpe 1: 9 de dano.

Aquilo seria mais do que o suficiente para matar o ladrão que estava em seus últimos minutos de vida. Porém antes que o ataque o atingisse um anjo surgiu na frente de todos e conteu o golpe, levantando poeira no local. Antes que alguém pudesse abrir a boca para reclamar, o ser espiritual (que parecia ser um superior) criou um portal para o mundo espiritual e algemou o ladrão, carregando tanto ele quanto Kaito nos braços.
- Vou levar o companheiro de vocês para a enfermaria da Organização, recomendo que vocês também passem lá. Já esse aqui, nossos superiores precisam falar uma coisa com ele. Vocês foram bons na missão, estão dispensados.

E com isso o anjo foi embora, deixando Arthorios e Nika ali com o portal aberto para caso quisessem ir para a Organização.

Observações: Primeiramente, quero pedir desculpa pela péssima narração. Fiquei toda cheia de complicações e acabou saindo isso aí que vocês leram. Sinto muito.
Segundamente (?), quero que saibam que o sistema de batalha vai ser reformulado (obrigada por me ajudar com isso, Oshito) e eu vou impor alguns limites nas ações, tiros e afins. Vocês estão apelões demais.
Terceiramente (???), obrigada. Acho que vou dar alguns dinheiros como prêmio pra vocês, mas antes vou pensar em outras possibilidades.

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Arthorios Sagrav em Ter Jul 23, 2013 3:06 pm




Step over...





Arthorios ainda respira pesado, arfante, totalmente inebriado com a curta batalha. Seu abdomem tinha um ferimento largo, de onde escorria sangue em abundante quantidade. Aos poucos, conforme sua respiração vai acalmando, ele vai voltando a si. Respira pela boca, ofegante, e leva a mão ao abdomem, retesando o corpo ao sentir a dor. Olha para a mão, empapuçada em sangue, e então olha para o portal. Se apoia usando a espada para se levantar, e com a outra mão segura o ferimento.

- Prastee Meeynya, Nika, mas vou vou ter que adiar o café algum tempo... - Fala olhando para Tamiya com um olho fechado, e sorrindo. Dá uma tossidinha leve e cospe sangue por ela, sujando os lábios e queixo.

Segue então para o portal, para receber auxílio médico.


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A morte não é suficiente para meus inimigos.
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Eu desejo luta e o sangue,
e que nunca viva em paz.

A lâmina assassina antes da morte na cama,
o fogo da batalha antes do esquecimento do tempo.

Quem não luta merece o sofrimento,
a piedade gera fraqueza.

A guerra me torna melhor,
a guerra revela quem sou.

Se todos os inimigos morrerem,
lutarei contra os aliados.

E se restar apenas eu,
acharei outros e lutarei de novo.

Abro mão do repouso,
condeno a minha alma se não morrer em combate.

Digo estas palavras agora,
para que palavras não me enganem na batalha.

Falo agora,
para que minha lâmina fale por mim.

Matar é viver,
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Tamiya Nika em Ter Jul 23, 2013 7:17 pm







Aquele anjo havia parado seu ataque e só o ato do mesmo ter feito aquilo fazia com que ela franzisse o cenho arfante, estava cansada no entanto o fato daquele anjo ter interrompido somente aumentava a raiva dela, assim somente bufava virando costas ao anjo como se não fizesse a miníma questão de ouvir o que o ser falava, não tinha nada contra ao ser celestiais no entanto odiava quando a interrompiam, logo depois do mesmo ter ido embora ela ouvia Athorios que se despedia, ela franzia o cenho novamente suspirando cansada, era a única que havia saído um tanto intacta, mais seria bom ir até a enfermaria ao menos pegar algo para a cabeça, assim depois de alguns minutos prosseguia para o portal, saindo dali.



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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Alcor em Seg Jul 29, 2013 4:26 pm








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Mantenha sua honra, suas virtudes e seus valores antes que a loucura o atinja e a justiça o encontre. Crie fé em seus princípios ou sucumbira perante a espada prateada.







Pouco tempo depois de cruzar o portal de Argeon lá estava eu em plena "antiga zona do crime", deveria tomar um certo cuidado agora afinal não havia mais nenhum tipo de proteção espiritual e vazar as coisas para os humanos normais seria o que todos menos queriam, podia notar ali que já haviam alguns investigadores e poucos homens que terminavam de dar os últimos cuidados..pelo que eu tinha ouvido a batalha havia sido deveras interessante uma pena eu não ter ido, haviam algumas faixas de indicação que estavam sendo feitas obras ali obviamente faxada para os humanos já que podia-se ver por cima faixas espirituais pedindo para que os que estivessem por ali se afastassem e eu cruzava elas sem pensar duas vezes.

- Garoto, por favor poderia se afastar ? Um homem alto de perfil de segurança me olhava indo para minha frente e meu pensamento era claro: mas que saco. Odiava fazer aquilo mas não via outra alternativa, procurava meus bolsos e sacava dali um pequeno crachá mostrando-o ao moço que logo pedia desculpas ao ver que se referia a um capitão, não ligava, continuava a caminhar e ia exatamente perto da cena do crime onde fitava os resquícios da batalha.







Infelizmente perdi a narração - Post para Shizuma





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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shizuma Hoshikawa em Seg Jul 29, 2013 4:38 pm



 
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O local estava tremendamente agitado, e Shizuma sinceramente não acreditava na ignorância da Organização de deixar aquele local aberto para humanos depois de uma batalha. A mulher girou os olhos enquanto caminhava até o beco silenciosamente e via todas aquelas faixas e coisas típicas de filmes policiais. O sobretudo preto que ela usava contrastava severamente com a pele pálida, e os longos cabelos negros esvoaçavam conforme o vento invadia o local. Antes que um daqueles policiais se atrevesse a expulsa-la dali a mulher mostrou o que ele julgou ser um distintivo e logo passou pelas faixas, ignorando o "keep out" impresso nelas.
- Estão dispensados. - Foi o que os homens no local julgaram ter ouvido sair da boca de Shizuma. E logo todos os policiais deixaram o local, restando apenas ela e um outro homem por ali.
- Aposto que queria se divertir contra o ladrão, certo? - Perguntou sem olhar para ele, admirando algumas marcas de sangue seco pelo chão e se agachando logo depois para tocá-las, como se as estivesse examinando.
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Alcor em Seg Jul 29, 2013 4:49 pm








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Mantenha sua honra, suas virtudes e seus valores antes que a loucura o atinja e a justiça o encontre. Crie fé em seus princípios ou sucumbira perante a espada prateada.







Continuava a olhar os pingos de sangue, rubros em contraste ao chão do local e secos pelo jeito os poucos ali haviam se divertido e pelo que eu me lembrava uma tal agente que eu havia encontrado também, seria interessante ter um depoimento dela ou coisa assim, por fim levava as mãos para dentro da minha capa sacando de lá um pequeno tubo de ensaio e puxava do bolso uma lixa de unha preta.

Me ajoelhava deixando o joelho esquerdo no chão e me aproximava mais do sangue seco começando a lixa-lo suavemente até que quando ouvia uma voz parava bruscamente a lixação e infelizmente vendo a lixa quebrar. "Francamente" pensava, e logo voltava a me levantar levando o olhar para trás. - Não dou a mi- interrompia minha fala ao piscar vendo a mulher, meus olhos arregalavam e sentia meu coração bater mais rápido, de certa forma meu corpo respondia a ela estar ali..porque ? Ela não era estranha mas porque ?

Respirava profundamente a cada vez que meu coração batia e tentava manter a calma apesar de começar a sentir a palma de minha mão liberar goticulas de água, o que acontecia por ali ? - Você..quem é você ? Perguntava diretamente a moça fitando-a e guardando agora o tubo de ensaio dentro da capa deixando minha mão esquerda já dentro do bolso.







Le le le ~





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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shizuma Hoshikawa em Seg Jul 29, 2013 4:58 pm



 
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O rapaz não havia respondido sua pergunta, o que fez com que ela o fitasse por alguns segundos; Ela tinha certeza de ter se comunicado com ele. Nos poucos instantes que o olhou viu que o mesmo parecia um tanto assustado ou exaltado, seria ela um fantasma de sua vida? Bem, ela não se importava muito.
- Quem pergunta deve se apresentar antes, nunca ouviu falar disso? - Voltou a ficar de costas para ele, mas dessa vez admirava os rastros que as armas haviam deixado pelo chão e pelas paredes, passando as mãos por elas e as observando como se fossem verdadeiras obras de arte. - Me apresento logo depois de saber quem você é e de onde veio.
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Alcor em Seg Jul 29, 2013 5:09 pm








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Cada vez mais podia sentir meu corpo expelir gotas de água, a ponta da minha orelha ficava um tanto quente e minha visão aos poucos ia padecendo, fechando só para aquela mulher..nunca tinha ficado daquele jeito antes..porque ? Quem era ela ? Essas perguntas perfuravam minha mente aos disparos e só saia desse transe ao ouvir a segunda fala dela.

Minha visão dilatava mais e agora eu não estava naquele mesmo ponto de antes, ainda sim sentia meu corpo um pouco quente e minha mão suando frio porem não parecia que estava como antes a ponto de desmaiar. - Alcor. Dizia com a voz um pouco seca tossindo um pouco depois. - Venho do departamento. Respondia a pergunta dela descendo mais a mão no bolso sentindo o tecido de segunda mão da calça e por fim conseguia sentir o frio do meu colar a pedra que lembrava o olho de um dragão.

Analisava melhor aquela mulher, sua semblante não me era estranha..cabelos negros, o corpo jovem, agindo levemente ignorante e ainda por cima uma voz firme..ela me lembrava alguém, o nome não era claro mas a sensação que eu podia sentir vindo dela era clara: morte.







Será que sangue irá pingar no chão da frança ?





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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shizuma Hoshikawa em Seg Jul 29, 2013 5:23 pm



 
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É, pelo visto a batalha ali havia sido bem interessante para os envolvidos. Com certeza o ladrão já havia sido devidamente levado até a Organização e teve seus ferimentos cuidados, já que mais tarde ele enfrentaria um interrogatório com ninguém menos do que a própria Shizuma. Pois é, se ele soubesse o que o aguardava provavelmente já teria cometido suicídio.
Ao ouvir o nome do homem ela parou e pensou por alguns segundos, tentando puxar algum registro sobre o mesmo em sua mente. Infelizmente não se lembrava dele, mas sabia que o mesmo fazia parte da Organização - por isso a pergunta minutos atrás - e que era um agente, assim como ela.
- Muito prazer, Alcor. Infelizmente você não parece estar muito bem, isso normalmente acontece com a maioria das pessoas quando me conhecem. - A mulher fez uma pausa, olhando então para o cenário da batalha em geral. - Imagino que já saiba quem eu sou, não?
Só então ela olhou diretamente para ele, vendo que o mesmo estava quase a ponto de desmaiar. Sua pele já estava um tanto pálida e o mesmo suava frio, o que não a assustava muito.
- As pessoas andam me dando muitos apelidos pelo passar dos séculos, mas prefiro que me chame de Shizuma. É sempre bom conhecer pessoas no mesmo ramo que o meu, Alcor.
Então ouviu-se um estalar de dedos da mulher, e logo uma cadeira confortável surgiu para que o homem sentasse.
- Aproveite, não quero que fique mal por minha causa.
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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Alcor em Seg Jul 29, 2013 5:46 pm








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Os olhos nem por um minuto deixavam de analisar a mulher, cada vez mais ficava claro que eu não estava indo com a cara dela e então meu cérebro apenas desconectava, minha visão escurecia e eu acabava por cair em algo até que macio ouvindo somente um nome: Shizuma. Abria meus olhos e estava em um lugar diferente de antes..sentado em uma pedra situada em uma colina verde e logo a frente um pequeno vilarejo onde podia se ouvir o barulho produzido por crianças felizes, por alguma razão sentia meu corpo leve como se eu fosse apenas parte do vento.

Eu ia abrir a boca porem nada saia, era como se eu não pudesse falar e não conseguia também ouvir meus próprios pensamentos, o que se passava por ali ? Comecei a andar em direção do vilarejo e ao chegar no mesmo piscava ao ver uma criança com seus 4 anos no colo de uma mãe: Eu. A cena agora mudava e eu podia ver tudo pegando fogo, mulheres gritando ao serem devoradas por ladrões de almas e agentes sendo mortos um por um, um caos completo, o fogo cada vez mais consumia aquele lugar e ao me virar para trás podia ver no mesmo lugar que eu havia acordado..encima de uma pedra ninguém menos que uma moça de rosto juvenil, olhos pretos, trajando uma armadura samurai e duas katanas apenas observando a tragedia e além disso..os olhos frios.

Respirava profundamente e quando ia gritar o nome da mesma piscava os olhos, a visão turva e cambaleando, um barulho irritante vindo do ouvido que aos poucos voltava ao seu normal e dessa vez podia ouvir meus pensamentos " O que está acontecendo ?" Aos poucos a nitidez me abraçava e assim eu podia sentir um tecido até que macio ao qual eu estava sentado, teria sido meu encontro com Shizuma apenas um sonho ? A visão voltava ao normal e aos poucos me ajeitava melhor percebendo que era uma cadeira, por algum acaso eu estava no hospital ? - Shizuma.. Dizia suavemente e piscava tombando um pouco a cabeça para o lado tirando uma das mechas do cabelo da frente até que acabava por arregalar os olhos mais uma vez.

Podia ver no chão um fio de cabelo negro, a mesma cor..o mesmo sentimento, levantava aos poucos meu olhar até que por fim dava de cara com ninguém menos que ela: A mulher de aço. Segurava meu medalhão mais forte puxando-o do bolso com força rasgando até um pouco o tecido da calça, olhava para ela cabisbaixo não permitindo que meu olhar fosse visto pela quantidade de cabelo. - Você... Dizia agora tossindo mais um pouco ao sentir a garganta seca. - Você deixou todas aquelas pessoas morrerem, deixou inocentes morrerem ! Falava cerrando os punhos dizendo em tom mais alto e breve.







Agora a chapa esquenta.





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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shizuma Hoshikawa em Seg Jul 29, 2013 6:08 pm



 
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Vingança pode ser pura violência, pode ser maldade, pode ser egoísmo, raiva, loucura, entre tantas outras coisas ruins. Mas aqui é diferente.
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Por um instante Alcor não pareceu muito bem... Shizuma chegou até mesmo a pensar que ele havia desmaiado. O rapaz suava ainda mais com o passar do tempo e talvez estivesse tendo alguns delírios, mas nada daquilo era certeza para a mulher, afinal de contas ela não era nenhuma médica. Ficou parada então, esperando que ele acordasse ou algo parecido para prosseguirem com sua conversa, ou até mesmo para levá-lo a enfermaria da Organização. Mas quando ele recobrou a consciência não parecia lá muito contente com a mulher.
- Hm... Eu deixei inocentes morrerem? - Ao ver que ele havia puxado seu medalhão a mulher também fez o mesmo, revelando a corrente com a jóia negra e uma pedra rubra como sangue presa nela. - Meu jovem, eu já deixei muita gente morrer. Alguns mereciam, outros nem tanto. Mas se você disser "Você deixou inocentes morrerem", eu simplesmente não farei a mínima ideia de quem você está falando.
A mulher mexeu os braços em um movimento de "tanto faz" e ficou observando o rapaz, pensando até mesmo em criar uma cadeira para sentar e esperar alguma ação dele.

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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Alcor em Seg Jul 29, 2013 6:21 pm








THE WORLD IS CRUEL AND MERCILESS


Mantenha sua honra, suas virtudes e seus valores antes que a loucura o atinja e a justiça o encontre. Crie fé em seus princípios ou sucumbira perante a espada prateada.







Olhava para ela agora com um olhar frio, tão frio como se tivesse perdido seu brilho natural, fechava um pouco a cara e rangia bruscamente os dentes..não acreditava que ela não sabia do que estava falando, só podia ser brincadeira isso. - Um vilarejo inteiro.. Dizia curtamente e assim começava a concentrar energia na minha joia. - Pouco afastado de Argeon, Tenrojima, você só viu todos ali morrerem. Assim levantava meu olhar para a mesma e sentia o clima dali ficar mais pesado, de certa forma sabia que ela era minha superior em patente mas no momento nem dava bola para isso, só queria mata-la.

- Shizuma..te desafio para uma luta, em nome de todos aqueles que morreram naquele dia ! Logo balançava minha mão direita e nela materializava uma katana com o cabo negro em detalhes azuis, rapidamente levava o medalhão ao pescoço o colocando e a mão esquerda ia para o cabo da katana entrando em guarda. - Você..deixou todos morrem naquele dia e no dia que Lilith invadiu..também sumiu ! Cerrava mais minhas mãos em torno do cabo e exibia meu olhar ao dela demonstrando ódio mas no canto um começo de lagrima por se lembrar dos mortos.







#vish





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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

Mensagem por Shizuma Hoshikawa em Seg Jul 29, 2013 6:36 pm



 
Poor soul burning in hell...

Vingança pode ser pura violência, pode ser maldade, pode ser egoísmo, raiva, loucura, entre tantas outras coisas ruins. Mas aqui é diferente.
Vingança é justiça.


Mesmo ele dizendo o nome do lugar, estava difícil para Shizuma se lembrar agora. Talvez ela devesse dar uma olhada em seu relatório de batalhas mais tarde... Mais ao ouvir seu desafio, a mulher passou a prestar mais atenção nas coisas.
- Batalhar, você disse? - Um pequeno sorriso surgiu nos lábios da mulher. Se ele sabia quem ela era, e com certeza sabia, era uma pessoa muito audaciosa para desafiá-la. - Okay, eu aceito o desafio. Mas acho que devo pegar leve por enquanto. - Fez surgir em suas mãos uma alabarda, a girando habilmente e a apoiando nos ombros em seguida.
- Venha. - Foi o que ela disse enquanto o chamava com a mão esquerda, ainda sorrindo. - O desafiante tem direito ao primeiro ataque. Ou a primeira tentativa.
Não existia nada mais animador para a mulher do que uma boa batalha.
... I'll give to you the Heaven now
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Hoshikawa Shizuma


Estou testando essa lindeza de assinatura que me seduziu, se você não gostou vá pegar a fruta que caiu. q

Thank's for @Niro, MDD.


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Re: Narração para agentes espirituais: Assassinato em Paris

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